2 – Eu <3 Carlo Petrini!

Quando li pela primeira vez o livro Slow Food, Princípios da nova gastronomia, da editora Senac eu fiquei em êxtase, e não por menos eu escolho iniciar esse projeto por essa experiência literária!

Não havia entendido bem como tinha sido essa caminhada da biologia para a gastronomia até uma entrevista que fiz para um curso sobre empreendedorismo em 2012 eu acho, o Empretec. Numa das etapas, a entrevistadora olhou minha ficha, olhou para mim e disse: “porquê uma bióloga decidiu empreender no ramo de alimentação?”.

Ela me pegou de calças curtas! Eu nunca havia feito essa reflexão!

Prontamente meu coração respondeu: acho que inverti hobby e profissão, estudei primeiro o que amo incondicionalmente, a vida em todas as instâncias. E trabalho com o meu primeiro amor, a comida!

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Carlo Petrini é meu elo nessa história toda! Com maestria, Carlo desenvolve uma nova maneira de ver a alimentação, ele compila tudo que envolve o não simples fato de comer. Percorrendo todo o caminho desde a produção do alimento até nosso prato.

Cresci ouvindo do meu pai que somos o que comemos e o que pensamos. Mais tarde, em algum trecho da minha busca eterna pelo autoconhecimento, eu complementei a frase dele, incluí que somos também o que sentimos.

Carlo me ensinou que podemos sim sentir um pimentão, e isso reverberou em mim! Kkkk, é piegas, mas assim que é!

Comer, pensar e sentir, essa é a chave que abriu de vez a porta da gastronomia para mim.

Comer e ser feliz!

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