10 – Temaki aberto, super prático

Em nossa família, somos acostumados a fazer comida em casa, mesmo que não seja muito prático, e desde minha adolescência eu e minha irmã temos o hábito de preparar sushi . Claro que se a bagunça é o ônus, a economia é o bônus!

Além da conta bancária, outro limitador que reduz um pouco as idas aos restaurantes é que hoje eu represento apenas 50% das pessoas que comem peixe cru em abundância na minha casa. Mas dessa vez eu tive a companhia de uma amiga e nosso almoço foi uma das minhas mais recentes invenções super práticas, o Temaki aberto.

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Temaki por si só já é a invenção prática do sushi, segundo algumas fontes que busquei, foi criado para ser uma opção barata e rápida de lanche japonês. No Brasil virou uma febre, e ao meu ver, uma das fast-foods mais saudáveis. Então, se o temaki é prático, o temaki aberto é super prático. Qualquer pessoa com mais de 6 anos consegue fazer!

E uma peculiaridade minha é que, de acordo com minha mãe, eu sou a Rainha de um Prato Só, que quer dizer exatamente o que está escrito. Minhas refeições costumam ser um só prato, bem prático e completo na medida do possível. Eu sempre falo que quando tiver filho eu faço comida de mãe, aquela bem variadinha e colorida, antes disso, a regra básica é um só prato.

Claro que o fato de eu estar estudando, e com isso minha cozinha ter ganhando o status de laboratório, eu devo mudar isso aos poucos. Confesso que quando imagino que o número de panelas sujas será maior do que 2 eu assusto um pouco, mas sei que o resultado compensa.

Enfim, era sábado e queria curtir minha amiga e não a cozinha, foi perfeito.

Estava mal acostumada a ter no congelador pedaços sem pele e já cortados em tiras grandes, então foi uma novidade ter que fazer esse procedimento desafiador de tirar a pele do filé lindo que eu ganhei da minha amiga amada, e modéstia à parte, eu me saí muito bem! IMG_20150208_131753294

De acordo com o livro Sushi – Tecnicas e Receitas, é assim que faz: passe um pouco de sal nos dedos para que não escorreguem (eu não precisei). Segure o rabo do peixe e corte num ângulo raso encostando na pele, tomando cuidado para não a cortar. Mantendo a lâmina parada (sem o movimento de vai e vem) e quase paralela à tábua, puxe com cuidado a pele do peixe, indo de ponta a ponta para que a pele se desprenda do filé.

Na verdade eu fiz quase assim, como não havia mais o rabo, não tinha muito apoio, então fui levemente cortando ao invés de puxado, mas no fim tudo deu certo!

Cortei em cubos, cortei cebolinha e a alga com a tesoura (adoro essa técnica – junta um macinho de cebolinha e corta fatias finas com tesoura, tem até uma tesoura que é própria para temperos, com várias lâminas, vou ver se encontro para comprar e mostro num próximo post).

Na montagem foi arroz japonês, alga, salmão, gergelim, cebolinha, salsinha crespa para decorar e shoyu à gosto. Quando tenho gengibre também uso.

É isso… não requer prática, tampouco habilidade! E o melhor: rápido, sem bagunça, sem sujeira, bonito, gostoso e saudável!

Comer e ser feliz!

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